Araújo Souza & FilóAdvocacia
Direito Bancário · Consultivo e contencioso

Sua relação com o banco, analisada com clareza.

Atuação dedicada ao Direito Bancário, para pessoas e empresas: revisão de contratos, fraudes, superendividamento e defesa em execuções, com análise técnica de cada caso e linguagem acessível.

Dr. Daniel Araújo Adão de Souza e Dra. Gisele de Souza Filó na recepção do escritório, em frente à logo Araújo Souza & Filó Advocacia
O escritório

Especialização em Direito Bancário.

O Araújo Souza & Filó Advocacia nasceu da parceria entre os sócios Daniel Araújo Adão de Souza e Gisele de Souza Filó, com a proposta de oferecer atuação especializada em Direito Bancário, unindo rigor técnico e proximidade com o cliente. Cada caso é conduzido diretamente por um dos sócios, que acompanha a demanda do início ao fim e mantém o cliente informado sobre cada movimentação.

Os sócios na sala de atendimento do escritório, com a logo Araújo Souza & Filó Advocacia na parede
Sala de atendimento · Praça 28 de Setembro, 250 – Centro, Visconde do Rio Branco – MG
Transparência

Você entende cada passo

Explicamos contratos, encargos, riscos e alternativas sem juridiquês, para que as decisões sejam tomadas com segurança.

Proximidade

Atendimento direto com os sócios

Seu caso é acompanhado pessoalmente por um dos sócios, com canal direto para dúvidas e atualizações.

Prevenção

Evitar o litígio quando possível

Analisamos contratos antes da assinatura e priorizamos a negociação com a instituição, recorrendo ao Judiciário quando essa é a melhor via.

Direito Bancário

Onde podemos ajudar.

Atuação consultiva e contenciosa em relações com bancos, financeiras, administradoras de cartão e cooperativas de crédito. Se a sua questão não estiver listada, entre em contato para uma avaliação inicial.

Revisão de contratos bancários

Análise de juros, encargos e cláusulas em empréstimos, financiamentos e cartão de crédito.

  • Juros abusivos
  • Financiamentos
  • Cartão de crédito

Fraudes e golpes bancários

Transações não reconhecidas, golpes via Pix, clonagem de cartão e empréstimos contratados sem autorização.

  • Pix
  • Cartão clonado
  • Conta invadida

Superendividamento

Repactuação de dívidas com base na Lei nº 14.181/2021, preservando o mínimo existencial.

  • Repactuação
  • Plano de pagamento
  • Mínimo existencial

Empréstimo consignado

Descontos indevidos em salário ou benefício do INSS, cartão consignado (RMC/RCC) e contratações não solicitadas.

  • Aposentados
  • RMC / RCC
  • Descontos indevidos

Busca e apreensão e execuções

Defesa em ações de busca e apreensão de veículos, execuções de títulos e cédulas de crédito bancário.

  • Alienação fiduciária
  • Execução
  • CCB

Empresas e renegociação

Consultoria a empresas em contratos de crédito, garantias e renegociação de dívidas com instituições financeiras.

  • Capital de giro
  • Garantias
  • Renegociação
Como funciona

Do primeiro contato à estratégia do seu caso.

Antes de qualquer medida, analisamos o contrato e a sua situação. Se você já tem os dados em mãos, envie pelo formulário ao lado: ele monta a mensagem e abre o WhatsApp do escritório.

  1. Conversa inicial

    Você explica o que aconteceu por WhatsApp, telefone ou presencialmente. Entendemos o contexto e dizemos quais documentos serão necessários.

  2. Análise dos documentos

    Examinamos contrato, extratos e cobranças: taxas de juros, tarifas, seguros incluídos e a forma como a dívida foi calculada.

  3. Estratégia e acompanhamento

    Apresentamos os caminhos possíveis, com riscos e custos, e você decide. Seguimos com negociação ou medida judicial, com atualizações a cada etapa.

O que costuma ser útil ter em mãos
  • Contrato ou cédula de crédito (ou o número do contrato)
  • Extratos, faturas e comprovantes de pagamento
  • Em caso de fraude: prints, protocolo da contestação no banco e boletim de ocorrência

Pedido de análise do contrato

Os valores podem ser aproximados. Não envie senhas nem fotos de cartão.

Sobre o contrato
Há parcelas em atraso?
Seus dados

O envio não gera contratação nem custo. As informações são usadas apenas para avaliar o seu caso, conforme a LGPD.

Equipe

Os sócios.

O escritório é conduzido por seus dois sócios, que atendem pessoalmente cada cliente.

Dr. Daniel Araújo Adão de Souza

Dr. Daniel Araújo Adão de Souza

Sócio fundador · Direito Bancário
OAB/MG 126.881
Dra. Gisele de Souza Filó

Dra. Gisele de Souza Filó

Sócia fundadora · Direito Bancário
OAB/MG 102.627
Artigos

Informação para decidir melhor.

Textos curtos sobre as dúvidas que mais chegam ao escritório. O conteúdo é informativo e não substitui a análise do caso concreto.

Fraudes bancárias

Caí em um golpe do Pix. O que fazer agora?

As primeiras horas fazem diferença. Veja os passos que aumentam a chance de recuperar o valor.

Ler artigo

Quem transfere dinheiro para um golpista costuma sentir vergonha e demorar a agir. Mas a rapidez é o fator mais importante para tentar reaver o valor.

Passo a passo

  • Avise seu banco imediatamente pelos canais oficiais e peça a contestação da transação pelo Mecanismo Especial de Devolução (MED), criado pelo Banco Central para casos de fraude no Pix. Anote o número do protocolo.
  • Registre um boletim de ocorrência, que pode ser feito pela internet na Polícia Civil de Minas Gerais.
  • Guarde as provas: prints das conversas, comprovantes, números de telefone e perfis usados pelo golpista.

E se o banco negar a devolução?

Segundo a Súmula 479 do STJ, as instituições financeiras respondem pelos danos causados por fraudes praticadas por terceiros em operações bancárias quando há falha no serviço, como a ausência de bloqueio de movimentações claramente fora do perfil do cliente. Cada caso precisa ser analisado com os documentos em mãos.

Referências: Resolução BCB nº 1/2020 (regulamento do Pix); Súmula 479 do STJ.

Superendividamento

Superendividamento: o que a Lei nº 14.181/2021 garante

Quando as dívidas comprometem o básico, a lei prevê uma forma de reorganizar os pagamentos com todos os credores.

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A Lei do Superendividamento alterou o Código de Defesa do Consumidor para proteger a pessoa física, de boa-fé, que não consegue pagar suas dívidas de consumo sem comprometer o mínimo existencial.

Como funciona a repactuação

  • O consumidor pode pedir ao Judiciário uma audiência de conciliação com todos os credores ao mesmo tempo.
  • Nessa audiência, apresenta um plano de pagamento de até cinco anos, que preserve o necessário para a própria subsistência.
  • Se não houver acordo, o juiz pode instaurar um processo para revisão e integração dos contratos, com um plano judicial compulsório.

O que fica de fora

Dívidas contraídas de má-fé, financiamentos imobiliários, créditos com garantia real e crédito rural não entram na repactuação.

Referências: Lei nº 14.181/2021; arts. 54-A e 104-A a 104-C do CDC.

Revisão de contratos

Juros altos são sempre abusivos?

Nem sempre. Entenda o critério que os tribunais usam para avaliar a taxa cobrada no seu contrato.

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Muita gente acredita que juros acima de 12% ao ano são ilegais. Para os bancos, essa limitação não se aplica: o que se analisa é se a taxa está muito acima da prática do mercado.

O critério do STJ

O Superior Tribunal de Justiça entende que a abusividade deve ser demonstrada no caso concreto, e um parâmetro frequente é a taxa média de mercado divulgada pelo Banco Central para aquela modalidade de crédito, na época da contratação.

Outros pontos que merecem atenção

  • Tarifas e encargos cobrados sem previsão ou sem serviço correspondente.
  • Seguros incluídos no contrato sem que o cliente pudesse escolher a seguradora ou recusar a contratação.
  • Diferença entre o custo efetivo total (CET) informado e o efetivamente cobrado.

Importante: entrar com uma ação revisional, por si só, não suspende a mora. Deixar de pagar sem orientação pode levar à negativação ou à busca e apreensão do bem.

Referências: REsp 1.061.530/RS; Súmula 380 do STJ; Tema 972 do STJ.

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns.

Se a sua pergunta não estiver aqui, fale com a gente pelo WhatsApp.

Preciso ir até o escritório para ser atendido?

Não. Atendemos presencialmente em Visconde do Rio Branco e também online, por videochamada e WhatsApp. Como os processos são eletrônicos, é possível acompanhar casos de outras cidades.

Posso parar de pagar as parcelas enquanto o contrato é revisado?

Não é recomendável sem orientação. A simples propositura da ação revisional não afasta a mora (Súmula 380 do STJ), e o atraso pode gerar negativação e, em financiamentos com alienação fiduciária, ação de busca e apreensão. A estratégia sobre pagamentos deve ser definida caso a caso.

Que documentos devo reunir?

Contrato ou número do contrato, extratos, faturas, boletos e comprovantes de pagamento. Em casos de fraude, prints das conversas, comprovantes das transferências, protocolo da contestação no banco e boletim de ocorrência.

O banco está descontando valores que eu não autorizei. O que fazer?

Reúna os extratos ou o histórico de créditos do benefício (disponível no Meu INSS) que mostram os descontos e registre reclamação no banco, guardando o protocolo. Descontos de contratos que você não reconhece, como empréstimos ou cartões consignados não solicitados, podem ser contestados administrativa e judicialmente.

Quanto custa a consulta?

Os honorários são informados com transparência na primeira conversa, antes de qualquer contratação, e observam a Tabela de Honorários da OAB/MG.

Vocês atendem empresas?

Sim. Assessoramos empresas em contratos de crédito, garantias, renegociação de dívidas bancárias e defesa em execuções.

Contato

Vamos conversar sobre o seu caso.

Preencha o formulário e ele abre uma conversa no WhatsApp já com sua mensagem, ou use os canais abaixo.

WhatsApp e telefone
(32) 99968-9073
E-mail
araujosouzaefilo@gmail.com
Endereço
Praça 28 de Setembro, 250 – Sala 802
Centro, Visconde do Rio Branco – MG · 36520-000

Suas informações são usadas apenas para responder ao seu contato, conforme a LGPD.

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